Mostrando postagens com marcador sites. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sites. Mostrar todas as postagens

Lixo eletrônico brasileiro


O que está sendo feito de sério e de bizarro para salvar o planeta.

A pergunta estava prestes a ter uma resposta bem satisfatória, com a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos que está sendo definida pelo Projeto de Lei – PL 203/91, mas tudo não passou do “quase”.

A versão preliminar do relatório previa que vários resíduos sólidos deveriam passar a ser recolhidos depois de serem usados pelo consumidor – entre eles, as lâmpadas fluorescentes e os eletroeletrônicos –, mas uma alteração feita no final de junho no PNRS mudou a redação do relatório e excluiu esses dois produtos da lista de itens que devem ter retorno compulsório às empresas fabricantes. Agora, apenas agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus e óleos lubrificantes serão obrigados a fazer parte do processo de logística reversa das indústrias.

No entanto, a produção de lixo eletrônico no país é crescente e representa um grande problema não só para o meio ambiente, mas também para a saúde da população e dos animais. Segundo estudo do PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a maioria desses produtos contém substâncias tóxicas – como mercúrio, chumbo e cádmio –, que ao serem manipuladas de forma errada geram consequências de alto custo sócio-ambiental.

Considerando tudo isso, o movimento Lixo Eletrônico defende a urgência da criação de uma legislação nacional específica para o assunto e, por isso, está fazendo um manifesto on line para pressionar a Câmara dos Deputados a incluir, novamente, os eletroeletrônicos no artigo 33 da PNRS e, assim, colocá-los no processo de logística reversa e reciclagem obrigatório das indústrias.

No site, a equipe do Lixo Eletrônico ainda disponibiliza a lista de email dos deputados envolvidos na questão, para que as pessoas possam escrever cobrando uma atitude dos políticos. Afinal, eles alegam que os eletroeletrônicos foram excluídos do PNRS por pressão da indústria.

Mas cadê a pressão da sociedade ?


Fonte : Planeta Sustentável (15/07/2009)

Simuladores

Visite :
 simuladores ecológicos.


Fonte : Planeta Sustentável

A reciclagem


A reciclagem é o termo genericamente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico.

As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração.

O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.

No Brasil existem os carroceiros ou catadores de papel, que vivem da venda de sucatas, papéis,alumínio e outros materiais recicláveis deixados no lixo. Eles também trabalham na colecta ou na classificação de materiais para a reciclagem. Como é um serviço penoso, pesado e sujo, não tem grande poder atrativo para as fatias mais qualificadas da população.

Assim, para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento.
O manuseio de resíduos deve ser feito de maneira cuidadosa, para evitar a exposição a agentes causadores de doenças.

No Brasil, a cidade que mais recicla seu resíduos é Curitiba: atualmente, 20% de todo os resíduos produzidos - cerca de 450 toneladas por dia - são reciclados na cidade.

Tipos de reciclagem :

Fonte : Wikipédia

Dados sobre o ecoturismo

O Brasil recebe poucos estrangeiros para o ecoturismo se considerarmos as dimensões e as oportunidades apresentadas pelo mercado internacional.

A região que apresenta alguma demanda externa substancial é a Amazônia, em particular os ecolodges no entorno de Manaus e o Pantanal.

- o mercado nacional, que tem as grandes capitais do Centro-Sul (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília) e as grandes cidades do interior de São Paulo como centros emissores é o que movimenta o mercado de ecoturismo.

- para a Organização Mundial do Turismo, enquanto o turismo cresce 7,5% ao ano, o ecoturismo cresce mais de 20%.

Estima-se que o ecoturismo represente 5% do turismo mundial, devendo na próxima década alcançar 10%.
Fonte: IEB - Instituto de Ecoturismo do Brasil

- A WTTC (Conselho Mundial de Viagens e Turismo) estima que o turismo relacionado com a natureza responde por cerca de 7% do setor no mundo todo.

Links sugeridos :

- Rede CTA-Consultant, Trader and Adviser - http://www.sindecon-esp.org.br/
- Ecoparque de Una - www.conservation.org.br/proj/ecoparque
- EcoBrasil - http://www.ecobrasil.org.br/
- Instituto de Ecoturismo do Brasil - www.ecoturismo.org.br/

Fonte : Aventure-se

A conta do clima

Países divergem sobre pagamento da conta do clima

Al Gore apresentou dois novos relatórios sobre o degelo do Ártico, preparados por cientistas do Instituto Polar da Noruega. Na próxima década, o gelo da região pode desaparecer por completo no verão.

Mais uma vez, não houve acordo sobre uma questão: quem deve pagar a conta das medidas a serem tomadas ?

O Nobel da Paz, Al Gore, trouxe dois novos relatórios sobre o degelo do Ártico, preparados por cientistas do Instituto Polar da Noruega.

Entre os anos de 2000 e de 2007, os cientistas têm observado uma redução da calota polar, durante o verão no Hemisfério Norte.

Em 2007, o gelo ocupou a menor área já registrada. Mas, no ano seguinte, a área aumentou. E cresceu ainda mais em 2009.

Mesmo assim, ficou 24% menor do que a média observada entre 1979 e 2000.

Segundo os cientistas citados por Al Gore, a área realmente aumentou nos últimos 2 anos, só que a camada de gelo ficou bem mais fina.

Nesse ritmo, disse Gore, já na próxima década o gelo pode desaparecer por completo no verão. Outro estudo divulgado nesta segunda em Copenhague diz respeito ao Brasil.

Feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe, e pelo Centro de Meteorologia Britânico, mostra que as temperaturas brasileiras vão subir mais do que a média do planeta.

Quando o resto do mundo atingir 1,8ºC de acréscimo, o Brasil chegará a 2ºC.
As chuvas vão aumentar no Sul, e diminuir 15% no Vale do Rio São Francisco, e 12% na Amazônia.

No pior cenário, Amazônia e Vale do São Francisco podem perder quase metade do volume de chuva.

Nesse ponto, a destruição da floresta chega a um ciclo irreversível, diz o chefe da pesquisa, Richard Betts.

É que até agora os ricos não apresentaram o dinheiro que vai ser oferecido para os pobres se adaptarem às mudanças do clima.

Além disso, os ricos querem que países emergentes, como o Brasil, China e Índia, também ajudem com a maior parte desse financiamento.

O governo brasileiro tem sido contra, por considerar que quem mais poluiu tem que arcar com os custos.

O governador de São Paulo, José Serra, do PSDB, tem outra opinião. "O Brasil devia contribuir, porque se o Brasil se dispõe a fazer, e é um país em desenvolvimento, sem dúvida nenhuma vai ampliar a pressão política sobre os países desenvolvidos, que são os que fizeram a grande poluição do mundo. São os principais responsáveis pelo efeito estufa. Vai ser uma pressão a eles, para que compareçam com recursos substanciais", disse Serra.

A senadora Marina Silva, do PV, ex-ministra do Meio Ambiente, também defendeu que o Brasil entre com recursos. “O Brasil, que até empresta recursos para o FMI, poderia fazer um gesto e colocar nessa cesta em defesa do planeta talvez, quem sabe, US$ 1 bilhão para fazer com que os demais países também se sintam responsáveis, principalmente os desenvolvidos, pelas emissões históricas”, disse Marina.


Fonte: Globo.com/JN - edição do dia 14/12/2009 RSS

Compenhague - um desastre ?



A reunião, que deveria promover melhoria do meio ambiente e reduzir emissão de gases que provocam o efeito estufa, foi um fracasso.

O mundo não chegou a um acordo e a conferência resultou apenas em uma “carta de intenções” que realmente serve de base para redução dos gases, mas não possui nenhum valor legal e não possibilita a fiscalização e cobrança por parte das entidades responsáveis.

Durante a conferência, que se iniciou em 7 de dezembro, houve a tentativa de elaborar o esboço de acordo que substituiria o Protocolo de Quioto (que expira em 2012) e que chegou a prever a redução de 50% da emissão de gases até 2050, valor absurdamente pequeno, mas ainda assim não foi chegaram a um concenso.

A verdade é que reduzir a poluição 50% em praticamente 50 anos (lembrando que os números são baseados nos índices de 2005) é um absurdo, a Terra não tem tanto tempo e precisa parar de ser deixada de lado perante a economia e interesses financeiros, obviamente que os Estados Unidos, após uma grande crise financeira e com a indústria ainda “reaquecendo” não poderia se comprometer a mais que uma redução de 17% até 2020, que no final das contas nem se oficializou como compromisso, se mantendo como uma referência, mas quem paga a conta ? Nós ?

Um detalhe interessante dessas reuniões é o fato do nosso futuro e de nosso planeta, ser decidido por ricos idosos cheios de interesses financeiros que provavelmente, nem estarão vivos daqui 5 décadas (o Lula tem 64 anos, Sarkozy tem 54 e o Obama 48) e mesmo com o apelo mundial apoiado por entidades idôneas e pelo próprio povo, nenhuma decisão em prol do povo foi tomada.

Precisamos de atitudes já !

Desculpem o pessimismo, mas na atual conjuntura, se não melhorarmos as condições de nosso planeta, se governos e mega coorporações não se unirem e se cada um não fizer a sua parte, não teremos mais que alguns anos de vida e o pior, podemos até ter muitos anos, mas correndo o risco de vivermos em condições precárias.

E não é preciso ir longe pra ver os resultados do efeito estufa e da poluição, no Brasil mesmo estamos testemunhando temperaturas cada vez mais extremas, fora as chuvas que tem causado mortes e estragos em todo o país.

Faça a sua parte, economize energia elétrica, evite consumir produtos de empresas que não se preocupam com o meio ambiente, se informe sobre meios alternativos de energia, garanta revisões regulares do seu carro e reclame daquele ônibus que solta fumaça preta, vote em políticos preocupados com o meios ambiente e social, não desperdice e não jogue poluentes no meio ambiente (isso inclui jogar óleo de cozinha no esgoto) e existem muitas outras maneiras de ajudar o nosso mundo a não acabar, basta a sua vontade.

É revoltante, mas a humanidade caminha rumo a seu fim e está na nossa mão (e de alguns governos e indústrias pilantras) retroceder ou mudar o caminho, da forma que está, todos perderemos em breve.


Fonte : QG net

Compenhague - um desastre ?

15ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP15)
Local : Compenhague, capital da Dinamarca.
Quando :  7 a 18 de dezembro 2009.
Quem participou : representantes de 192 países.

O resultado desastroso de Compenhague na esquece os milhões de cidadãos que se mobilizaram antes desta conferência atras de uma unica mensagem :

para salvar o planeta, precisamos de um acordo internacional equilibrado, ambicioso e juridicamente forte que permita manter o aumento de temperaturas abaixo dos 2° C.

Esta mobilização extraordinaria que trouxe os inumeros chefes de Estado nesse encontro essencial para o futuro do planeta e da humanidade.

Assistimos a um fracasso da comunidade internacional.

Apesar de alguns belos discursos, a falta de coragem e ambição de certos paises, os egoismos e interesses nacionais, as questões a curto prazo prevaleceram... mas a mobilização deve continuar.

Proxima etapa : a conferência do Mexico, em 2010.

Quando exatamente  ? Como ? Tudo a determinar ainda.

As soluções existem. Centenas de organizações da sociedade civil do Norte ao Sul estão em andamento. Aproveitemos destas dinâmicas, valorizemo-las, amplifiquemo-las para provar que os cidadãos estão prontos !

Fonte : Copenhague-2009 (site em francês)

Pesquisar

Seguidores