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Celulares velhos

Celulares velhos valem 15 mil dólares por tonelada

OSLO (Reuters) - Uma tonelada de celulares velhos contém metais no valor de 15 mil dólares, e o mundo precisa de regras melhores para enfrentar as crescentes montanhas de lixo eletrônico nos países em desenvolvimento, defende uma aliança apoiada pela ONU.

"Muito equipamento termina no lixo," em países pobres, disse Rüdiger Kühr, chefe do secretariado da StEP (Solving the E-waste Problem), cujos mantenedores incluem agências da ONU e empresas como Microsoft e Nokia.

"Os processos e diretrizes que regem a reutilização e reciclagem de produtos eletrônicos precisam ser padronizados mundialmente a fim de conter e reverter o crescente problema do lixo eletrônico ilegal e do desperdício," afirma um comunicado da StEP.

Kühr disse que a StEP, baseada em Bonn e criada em 2007, havia recolhido ideias em um encontro envolvendo 15 países, em novembro de 2009, sobre melhores maneiras de limpar e regular as exportações.

Uma tonelada de celulares usados, ou cerca de 6s mil aparelhos, contém por volta de 3,5 quilos de prata, 340 gramas de ouro, 140 gramas de paládio e 130 quilos de cobre, informou a StEP. Uma bateria de celular contém mais 3,5 gramas de cobre.

"O valor combinado desses metais supera os 15 mil dólares, a preços atuais," afirmou a organização.

Muito lixo eletrônico é enviado a países em desenvolvimento, com a exploração de lacunas que permitem a exportação de computadores e televisores para reutilização no exterior, disse Kühr à Reuters em entrevista telefônica. Mas boa parte dessas exportações é formada por lixo ilegalmente exportado.

"Com muita frequência, o lixo eletrônico é incinerado, nos países em desenvolvimento, para a recuperação de metais," afirmou a StEP. É um método barato e potencialmente lucrativo, mas emite toxinas, entre as quais metais pesados e dioxinas.

"A reciclagem, se conduzida devidamente, custa caro," disse Kühr. Ele afirmou que existem pelo menos 700 contêineres de lixo eletrônico à espera em portos da África Ocidental, parte de uma montanha de cerca de 40 milhões a 50 milhões de lixo elétrico e eletrônico gerada a cada ano.

Fonte : Reuters, por Alistair Doyle,16/09/2009

Reciclagem na USP

Reciclagem de lixo eletrônico na USP aproveita até último parafuso de PCs antigos
Juliana Carpanez, do UOL Tecnologia, 22/10/2010

Se você está familiarizado com o conceito de reciclagem, já sabe que a coleta seletiva do lixo deve ser feita em latas com cores diferentes:
verde (vidro),
amarelo (metal),
vermelho (plástico) e
azul (papel).

Apenas quatro divisões, no entanto, estão longe – muito longe -- de atender às necessidades da reciclagem de eletrônicos. Foi isso o que descobriram profissionais da Universidade de São Paulo (USP), após iniciar em dezembro de 2009 um projeto de coleta de lixo tecnológico. A iniciativa, ainda restrita à USP, está prevista para ser aberta ao público em 1º de abril.
No chamado Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática), que conta com cinco funcionários e teve investimento inicial de R$ 250 mil, três técnicos trabalham para desmontar toneladas de equipamentos. Essas peças -- que vão desde cobiçadas placas com fios de ouro até parafusos -- serão utilizadas em computadores remanufaturados ou vendidas para empresas de reciclagem de materiais específicos.

Para isso, é importante fazer uma triagem daquilo que ainda funciona, além de separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos que compõem um computador.

Placas

As placas têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável.

Cabos

Os cabos podem conter cobre, zinco, alumínio e até vidro, dependendo da função para a qual foram fabricados.

No meio desse lixo, o técnico de manutenção eletrônica André Rangel Souza monta computadores com peças usadas. “É difícil conseguir uma memória RAM de 1 GB funcionando. Mas posso chegar a essa mesma capacidade juntando quatro pentes de 256 MB”, exemplifica. Seu trabalho exige paciência. “Esse disco rígido está bom, mas falta a placa. Até encontrá-la, o HD vai ficar parado aqui, neste pilha”, explicou ao UOL Tecnologia. “Uma hora a gente encontra a placa certa."
Os PCs remanufaturados, que serão emprestados a ONGs até voltarem ao Cedir para o descarte, têm gravador de DVD, placa de rede, de vídeo, 120 GB de capacidade de armazenamento, 512 MB de RAM, monitor, teclado e mouse.

Dez máquinas dessas já foram montadas no local e estão prontas para serem usadas em iniciativas como as de inclusão digital.

Aqueles que quiserem levar seus eletrônicos usados para o centro, a partir de 1º de abril, devem antes agendar a visita pelos telefones (11) 3091-6455 ou (11) 3091-6454 .

Os funcionários já respondem às dúvidas dos interessados pelo e-mail cedir.cce@usp.br.
A coleta refere-se apenas ao lixo eletrônico de pessoas físicas; não serão aceitos equipamentos de empresas.

5 toneladas, R$ 1.200

A ideia da criação do centro de descarte surgiu depois que funcionários do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP fizeram a coleta do lixo eletrônico existente dentro do próprio CCE, em meados de 2008. Na ocasião, os cerca de 200 funcionários do centro também levaram equipamentos de suas casas, e o resultado foram 5 toneladas de produtos descartados.

Quando ofereceram esse lixo para empresas de reciclagem, eles se assustaram ao descobrir a quantia paga por todo o montante: apenas R$ 1.200.

“Percebemos que havia algo errado nesse mercado e, em janeiro de 2009, cinco pesquisadores do MIT [Massachusetts Institute of Technology] vieram ao Brasil para nos ajudar a identificar o problema”, contou ao UOL Tecnologia Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE. “A questão é que as empresas de reciclagem trabalham com um único tipo de material. Se o foco dessa organização for metais preciosos, por exemplo, ela não vai se interessar em pagar por todo o plástico dos computadores descartados”, explicou.

Foi então que se pensou em montar um centro que separasse os componentes, para que eles fossem reutilizados e vendidos de forma independente.

Tereza afirma que um computador desmontado pode valer de R$ 24 a R$ 40 (contra R$ 1,2 mil de 5 toneladas de equipamentos que não estavam adequadamente separados).

Quando o centro for aberto ao público, a estimativa é receber de 500 a 600 máquinas por mês, e o dinheiro arrecadado com a venda será usado para a manutenção do próprio Cedir.

Tamanho do problema

20 a 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano !

A organização não governamental Greenpeace estima de 20 a 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas no mundo a cada ano.

Ainda de acordo com a ONG, o chamado e-lixo (e-waste, em inglês) responde hoje por 5% de todo o lixo sólido do mundo, quantia similar à das embalagens plásticas. Com a diferença de que, quando descartados de maneira inadequada, os eletrônicos podem ser mais nocivos.

Esses equipamentos contêm centenas de diferentes materiais – um celular, exemplifica o Greenpeace, tem de 500 a 1 mil componentes diferentes.

Na composição de muitos deles já metais pesados, como mercúrio, cádmio e chumbo, que podem poluir o ambiente e prejudicar a saúde das pessoas. Para ficar longe do problema, muitos países ricos exportam seu lixo eletrônico para nações pobres, como indica este mapa.

Veja as Fotos

Fonte : UOL Tecnologia

Reciclar não é um bicho de sete cabeças

Para reciclar não há necessidade de separar os diversos tipos de material. Basta deixar um saco para o que pode ser reaproveitado e outro para resíduos comuns, como restos de comida.

Os principais materiais recicláveis são :
metal, vidro, plástico e papel.

Nas redes de supermercados, como o Grupo Pão de Açúcar e Wal-Mart, os consumidores podem depositar plástico, papel, metal, vidro e óleo. A maioria das lojas tem recipientes para os resíduos reciclados que são aproveitados por cooperativas de catadores e ONGs de reaproveitamento.

Dos materiais reciclados, as pilhas e baterias usadas merecem mais atenção. Elas contêm metais pesados altamente tóxicos, como cádmio, chumbo e mercúrio. Estima-se que no Brasil, são vendidos 800 milhões de baterias e pilhas por ano, que podem contaminar o solo e a água, causando sérios problemas de saúde.

Além dos supermercados, as lojas de celulares são obrigadas a receber as baterias e aparelhos usados. Os equipamentos são encaminhados ao fabricante, que pode reaproveitar algumas das peças e dar um destino apropriado às não reutilizáveis. Também as lojas da Drogaria São Paulo recolhem pilhas usadas.

O óleo de cozinha é outro vilão. Um litro deste material quando jogado no ralo da pia pode contaminar até 20.000 litros de água, além de aumentar em até 45% os custos de tratamento e provocar o entupimento das tubulações nas redes de esgoto. Para transformá-lo em sabão, coloque em garrafas plásticas e leve até os supermercados que contam com postos de reciclagem destinado ao produto.

Outro produto que pode ser reciclado é o pneu. Todos os meses 12.000 toneladas de pneus sem possibilidade de recauchutagem são coletados para reciclagem na cidade. O Programa de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis da Reciclanip, uma entidade formada pelos fabricantes que transforma-os em materiais como solado de sapato e borracha de vedação. Há uma lista de pontos de coleta no site http://www.reciclanip.com.br/

As lâmpadas fluorescentes, como contêm mercúrio em sua composição química, exigem muito cuidado ao ser descartadas. Poucas empresas fazem a reciclagem ? Uma delas é a Apliquim (http://www.apliquim.com.br/). O produto quanto tratado pode ser usado como pastilhas e materiais de construções. Já as lâmpadas incandescentes convencionais podem ser depositadas nos aterros.

Já os isopores podem ser incluídos no recipiente dos papeis. Sozinho não polui nem contamina a terra, mas como leva centenas de anos para se decompor, acaba ocupando muito espaço, diminuindo a área útil dos lixões e eles podem ser reutilizados pelas empresas de eletroeletrônicos e alimentos (para as bandejinhas).

MATERIAIS QUE NÃO PODEM SER RECICLADOS :

Cerâmicas, por exemplo, não costumam ser recicladas. Constam nesta lista também os objetos de acrílico, papéis plastificados (como o das embalagens de biscoito), papel-carbono, papel higiênico, fotografias, fitas e etiquetas adesivas, bitucas de cigarro, fraldas, absorventes e guardanapos.

Fonte : Revista ZAP (26/10/2009)

Sobre a reciclage da bituca de papel, veja uma matéria da Folha de São Paulo, Caderno Equilibrio, datada de 22/04/2004), clicando aqui.

O que você está esperando
para começar a reciclar ?

Plástico reciclado pode substituir o compensado

O plástico reciclado também vem substituindo os compensados de madeira tradicionalmente utilizados na construção de edifícios como suporte para a confecção da laje plana (”tipo cogumelo”, feita de concreto e que não necessita de vigas).

A ideia é da Premag, do Ceará, que fabrica o chamado “plasterit” partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região. Segundo o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da empresa, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios pode trazer uma economia de cerca de 15% no valor da estrutura do prédio, pois o compensado do material pode ser reutilizado várias vezes.

“Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação. Além disso, o uso da plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados”, afirma Pereira.

A Premag, que foi contemplada com o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental, já ergueu seis edificações com essa tecnologia no estado. E há mais cinco em construção: duas em Niterói, duas em Rio das Ostras e uma em Macaé. Entre elas, a do Hospital Icaraí, na Marquês do Paraná, e o prédio residencial La Brisa, na Praia de Piratininga.

Fonte : O Globo (22/01/2010)

Casas construídas com plástico reciclado

O uso de garrafas PET em tapetes, bases de pufes, luminárias e sistemas de aquecimento solar já é conhecido.

Pois no segmento de materiais de construção, o tal polietieleno tereftalato também vem ganhando destaque.

Em Manaus, o engenheiro eletrônico Luiz Antônio Pereira Formariz começou a investir na resina, tradicionalmente usadas em embalagens de refrigerante e água mineral, para fazer telhas. Assim, fundou a empresa Telhas Leve. O custo do metro quadrado do produto é de R$ 39, duas vezes mais alto que o da telha convencional de barro, que gira em torno de R$ 19. Mas, de acordo com Formariz, devido à sua leveza, o gasto com a estrutura do telhado custa R$ 15, um quarto do preço da tradicional, que é de R$ 70 em média.


As telhas de PET podem ainda ser encontradas em diferentes cores, como azul, amarela e vermelha. A marrom-cerâmica reproduz fielmente o tom das peças de barro. E a durabilidade do produto pode ser até cinco vezes maior. Além disso, Formariz destaca a importância que o produto traz ao meio ambiente.

“Hoje em dia, devido a popularização do consumo de refrigerantes embalados em garrafas de PET, a telha plástica tornou-se também uma grave ameaça ao meio ambiente, pois, após o consumo do conteúdo dessas garrafas, elas se transformam em lixo, causando poluições que afetam drasticamente o meio ambiente. Com a reciclagem do PET, existe a possibilidade de controlar esse problema, pois o material poderá ser transformado em outros produtos de grande utilidade e necessidades básicas para as pessoas”, explica o engenheiro.

A coleta das garrafas PET é feita por cooperativas e associações de catadores de lixo. A reciclagem do material, segundo o engenheiro, além de poder contribuir para uma possível fonte de renda para famílias pobres ou desempregadas, reduz os de custos de fabricação dos produtos. Por ser um material que depende apenas de coleta, reciclagem, e dos devidos tratamentos de preparação, o plástico implica num preço um pouco menor do que se fosse comprado novo.

Fonte: O Globo (26/01/2010)

Dicas sobre o uso correto de pilhas e baterias

. Colocar pilhas na geladeira não aumenta a carga, ao contrário, quando expostas ao frio ou calor o desempenho pode piorar.

. Na hora de trocá-las em um equipamento, substitua todas ao mesmo tempo.

. Retire-as se o aparelho for ficar um longo tempo sem uso, pois podem vazar.

. Não misture pilhas diferentes (alcalinas e comuns; novas e usadas). Isso prejudica o desempenho e a durabilidade.

. Prefira as pilhas e baterias recarregáveis ou alcalinas. Apesar de custarem um pouco mais, têm maior durabilidade.

. Guarde as pilhas em local seco e em temperatura ambiente.

. Nunca guarde pilhas e baterias junto com brinquedos, alimentos ou remédios.

. Não exponha pilhas e baterias ao calor excessivo ou à umidade. Elas podem vazar ou explodir.

. Pelas mesmas razões, não as incinere e, em hipótese alguma, tente abri-las.

. Nunca descarte pilhas e baterias no meio ambiente e não deixe que elas se transformem em brinquedo de crianças.

. Evite comprar aparelhos portáteis com baterias embutidas não removíveis.

. Compre sempre produtos originais. Não use pilhas e baterias piratas.


Veja mais :

Saiba como é feita a reciclagem e leia sobre mais sobre o mercado paralelo de pilhas irregulares.
Entenda o que são pilhas e baterias e como elas sugiram.

Para maiores informações sobre o Papa-Pilhas, entre em contato conosco pelo e-mail papa.pilhas@bancoreal.com.br


Fonte : Meia Palavra (abril 2009)

Por que reciclar pilhas e baterias ?

Por que reciclar pilhas e baterias?

O Brasil já recicla volumes expressivos de papel, plástico, vidro, alumínio, ferro e outros materiais. Precisamos compreender a importância de preservar o meio ambiente e os recursos naturais para as gerações futuras.

Contudo, reciclar pilhas e baterias esgotadas ainda não é uma prática comum entre nós. Descartá-las de forma incorreta é extremamente perigoso, pois os metais pesados existentes em seu interior não se degradam e são nocivos à saúde e ao meio ambiente.

Uma pilha comum contém, geralmente, três metais pesados: chumbo, cádmio e mercúrio, além de manganês, cobre, níquel, cromo e zinco.

Por isso, pilhas e baterias representam hoje um sério problema ambiental.

São produzidas a cada ano no país cerca de 800 milhões de pilhas secas (zinco-carbono) e alcalinas (hidróxido de potássio ou de sódio – zinco).
(Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee).

Riscos ao meio ambiente e à saúde

Na natureza, uma pilha pode levar séculos para se decompor. Os metais pesados, porém, nunca se degradam. Em contato com a umidade, água, calor ou outras substâncias químicas, os componentes tóxicos vazam e contaminam tudo por onde passam: solo, água, plantas e animais.

Com as chuvas, penetram no solo e chegam às águas subterrâneas, atingindo córregos e riachos. Esta água contaminada chega à cadeia alimentar humana por meio da irrigação agrícola ou do consumo direto.

Os metais pesados possuem alto poder de disseminação e uma capacidade surpreendente de acumular-se no corpo humano e em todos os organismos vivos, que são incapazes de metabolizá-los ou eliminá-los. Por isso, são tão perigosos para a nossa saúde.

Fonte : Meia Palavra (abril 2009)

Vamos reciclar pilhas


Promovendo a reciclagem de pilhas e baterias.

O Programa Real de Reciclagem de Pilhas e Baterias, Papa-Pilhas, recolhe pilhas e baterias portáteis usadas e se encarrega de sua reciclagem. Há uma adequada disposição desses materiais, cujos resíduos tóxicos representam um risco ao meio ambiente e à saúde publica.

Depositadas em lixões e aterros sanitários, pilhas e baterias podem vazar e contaminar o lençol freático, solo, rios e alimentos, causando danos às pessoas e animais.

Com o programa, visa à conscientização das pessoas sobre a necessidade de dar uma destinação correta a esses materiais, reduzindo a quantidade de pilhas e baterias lançadas inadequadamente no meio ambiente.

A reciclagem é feita por uma empresa especializada e licenciada para realizar esse trabalho. O Banco Real é responsável pelos custos de coleta, transporte e reciclagem dos materiais.

O Papa Pilhas reforça suas Práticas de Gestão, que buscam o engajamento dos públicos que se relacionam com o Banco na construção de uma sociedade melhor.

As etapas do programa

O Papa-Pilhas foi lançado em dezembro de 2006. Inicialmente, foi implantado em três cidades: Campinas (SP), João Pessoa (PB) e Porto Alegre (RS). Esses municípios foram escolhidos segundo critérios de população, participação no PIB nacional e número de agências bancárias que eles têm nessas localidades.

Nos primeiros 6 meses, foram coletadas 12 toneladas de pilhas e baterias usadas. A partir de julho de 2007, o programa começou a ser expandido para todas as capitais brasileiras e em municípios no Estado de São Paulo.

Até 2010, a expectativa é que sejam envolvidos os 479 municípios onde mantemos postos de atendimento ao público, em todo o país. Então, espera-se disponibilizar a coleta para 1 milhão de pessoas.

Onde estão os postos do Papa-Pilhas.

Os coletores do Papa-Pilhas estão presentes nas agências do Banco Real.

Encontre a agência mais próxima de você. Entre em contato para confirmar se ela já tem o coletor Papa-Pilhas e leve até lá as pilhas e baterias usadas em sua casa ou escritório.

Materiais coletados

O Papa-Pilhas recolhe todo tipo de pilhas e baterias usadas em lanternas, rádios, controles remotos, relógios, celulares, telefones sem fio, laptops, câmeras digitais e outros aparelhos portáteis.

Lembre-se:

Como determinado pela legislação ambiental (Resolução Conama 257 de 30/06/1999), pilhas e baterias com peso superior a 500 gramas ou dimensões maiores que 5 cm x 8 cm devem ser devolvidas ao local da compra ou encaminhadas diretamente ao fabricante.

O mesmo deve ser feito com baterias de chumbo ácido de qualquer tamanho, usadas em motocicletas, alarmes, celulares rurais e automóveis.

Fonte : Meia Palavra (abril 2009)

Primeiro celular ecológico


Chega ao Brasil o primeiro celular ecológico.

Chega ao Brasil o primeiro celular ecológico da Motorola. A empresa informou que o aparelho W233 Eco, feito com material reciclado de garrafas plásticas de água, será vendido nas redes de hipermercados Wal-Mart, BIG e HiperBompreço por 199 reais com um chip da operadora Claro.

O W233 Eco tem o casco de material reciclado e é o primeiro aparelho do mundo com o certificado de neutralização de carbono emitido pelo CarbonFund.org. O produto também possui um kit 100% reciclável, incluindo a embalagem e o manual, e uma bateria com maior vida útil.
Além do aparelho em si, a Motorola se comprometeu a compensar todo o carbono emitido na fabricação e distribuição do celular com investimentos em projetos de preservação, reflorestamento e captura de gases do efeito estufa.

No Brasil, os recursos serão destinados para um projeto em Vargem Bonita (SC) que prevê a coleta do gás metano em uma estação de tratamento de água.

A Parceria da Motorola com o Wal-Mart também prevê a implementação de um programa para conscientizar a população sobre a importância da reciclagem.

Assim, 14 lojas da rede em São Paulo contarão com urnas específicas para coletar baterias, pilhas e celulares velhos.

E atenção : não jogue no lixo normal baterias ou pilhas usadas. Recicle !

Fonte : Veja (17/04/2009)

Como reciclar lixo orgânico


Você sabia ?

Que grande parte dos materiais que vão para o lixo pode e deveria ser reaproveitada?

Como reciclar lixo orgânico

Plástico, vidro, lata e alumínio são alguns desses materiais. Infelizmente, um dos maiores desafios dos últimos tempos é "o que fazer" e "onde colocar" tanto lixo?

Aproximadamente 400 milhões de toneladas de lixo são produzidas anualmente e uma pessoa produz cerca de 1 quilo de lixo por dia !

Veja como reciclar o seu lixo!

1 - Primeiramente separe o lixo orgânico (lixo molhado) do inorgânico (lixo seco).


2 - Separe os materiais biodegradáveis como descarte de verduras, cascas de frutas, pó de café, erva de chimarrão, folhas de árvores, inclusive o papel higiênico, tudo que não é reutilizado nas indústrias;

3 - No quintal da sua casa, faça um buraco que caiba todo lixo separado, insemine michocas e, em seguida, coloque o lixo biodegradável que você separou em uma simples câmara no quintal;

4- Dessa forma, o lixo orgânico será transformado em húmus, o melhor adubo natural que existe.

A utilização das minhocas é inodora, pode ser colocada em qualquer lugar e qualquer material orgânico em decomposição.
 
O lixo não emitirá nenhum cheiro a partir de 24 a 36 horas após à colocação das minhocas na quantidade adequada.
 
Fonte : Bem Simples

PET

Politereftalato de etileno, ou PET, é um polímero termoplástico, desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, originando um polímero, termoplástico.

Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.


Possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.

Degradação na Natureza

sVocê sabia ?

Que certos objetos levam muitos anos para se degradar na Natureza ?

Lata de refrigerante = 10 anos.

Madeira pintada = 13 anos.

Cordas de nylon = 30 anos.

Garrafas pet = 100 anos.

Alumínio = 200 a 500 anos.

Recicle !

Fonte : Acessa Meio Ambiente (Juiz de Fora, Minas Gerais)

Ciclo da reciclagem de alumínio

Você sabia ?


Que o processo completo de reciclagem do alumínio dura menos de 30 dias ?

Que para uma tonelada de alumínio são necessárias 5 toneladas de bauxita ?

Que com a reciclagem de latas de alumínio economiza-se 95% da energia elétrica necessária para a produção de metal primário (lingote) ?

Que a reciclagem de alumínio movimenta ao ano R$ 1,7 bilhão somente na compra de sucata de latas de alumínio ?

Que a sucata de latas de alumínio vale atualmente cerca de 33 vezes a de latas de aço, 6 vezes a de garrafas plásticas (PET) e 55 vezes a de garrafas de vidro ?


Veja o ciclo de reciclagem do alumínio : Ciclo de reciclagem do alumínio


Benefícios :


Economia de recursos naturais (bauxita): para se produzir uma tonelada de alumínio são necessárias cinco toneladas de bauxita - mineral extraído do solo - o que pode ser evitado com a reciclagem.

Economia de energia elétrica: com a reciclagem de latas de alumínio economiza-se 95% da energia elétrica necessária para a produção de metal primário (lingote). Em 2006, foram economizados com a reciclagem 1.976 Gwh/ano, energia suficiente para abastecer uma cidade de mais de 1 milhão de habitantes como Campinas (SP).

Geração de empregos: a atividade da reciclagem tem uma importância social muito grande ao beneficiar aproximadamente 170 mil pessoas e 2 mil estabelecimentos industriais/comerciais engajados na coleta, comercialização, produção de equipamentos e processamento da sucata de latas de alumínio, movimentando ao ano R$ 1,7 bilhão somente na compra de sucata de latas de alumínio.

Um meio ambiente mais limpo, menos poluição: a reciclagem de latas de alumínio ajudou a ampliar a consciência ecológica no Brasil e viabilizou a reciclagem de outros materiais de menor valor agregado. A sucata de latas de alumínio vale atualmente cerca de 33 vezes a de latas de aço, 6 vezes a de garrafas plásticas (PET) e 55 vezes a de garrafas de vidro.


Mitos :



Há um boato de que uma determinada quantidade de anéis de alumínio pode ser trocada por diversos equipamentos como cadeiras de roda ou sessões de hemodiálise, entre outras coisas. Isso não passa de um mito, pois até hoje não houve nenhuma comprovação da campanha, instituição ou movimento em todo o Brasil que promova tal troca.

Mas nem só de mitos vivem os anéis da latinha de alumínio. É verdade, por exemplo, que eles são recicláveis, no entanto, não podem ser reciclados separadamente das latinhas. Por isso, recicle a lata inteira, não somente o anel.

E mais mitos :



Lixo eletrônico brasileiro


O que está sendo feito de sério e de bizarro para salvar o planeta.

A pergunta estava prestes a ter uma resposta bem satisfatória, com a PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos que está sendo definida pelo Projeto de Lei – PL 203/91, mas tudo não passou do “quase”.

A versão preliminar do relatório previa que vários resíduos sólidos deveriam passar a ser recolhidos depois de serem usados pelo consumidor – entre eles, as lâmpadas fluorescentes e os eletroeletrônicos –, mas uma alteração feita no final de junho no PNRS mudou a redação do relatório e excluiu esses dois produtos da lista de itens que devem ter retorno compulsório às empresas fabricantes. Agora, apenas agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus e óleos lubrificantes serão obrigados a fazer parte do processo de logística reversa das indústrias.

No entanto, a produção de lixo eletrônico no país é crescente e representa um grande problema não só para o meio ambiente, mas também para a saúde da população e dos animais. Segundo estudo do PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a maioria desses produtos contém substâncias tóxicas – como mercúrio, chumbo e cádmio –, que ao serem manipuladas de forma errada geram consequências de alto custo sócio-ambiental.

Considerando tudo isso, o movimento Lixo Eletrônico defende a urgência da criação de uma legislação nacional específica para o assunto e, por isso, está fazendo um manifesto on line para pressionar a Câmara dos Deputados a incluir, novamente, os eletroeletrônicos no artigo 33 da PNRS e, assim, colocá-los no processo de logística reversa e reciclagem obrigatório das indústrias.

No site, a equipe do Lixo Eletrônico ainda disponibiliza a lista de email dos deputados envolvidos na questão, para que as pessoas possam escrever cobrando uma atitude dos políticos. Afinal, eles alegam que os eletroeletrônicos foram excluídos do PNRS por pressão da indústria.

Mas cadê a pressão da sociedade ?


Fonte : Planeta Sustentável (15/07/2009)

A reutilização

Reutilizar é usar um produto mais do que uma vez, independentemente de se o produto é utilizado novamente na mesma função ou não.

Em contrapartida, a reciclagem consiste na reintrodução do produto no sistema produtivo, dando origem a um produto diferente do inicial, ou seja, serve apenas de matéria prima.

A reutilização por si só não resolve os problemas relacionados com os resíduos, mas dá um contributo enorme na sua gestão, por aproveitar matéria prima que de outra forma seria acondicionada em aterro ou queimada, e, por outro lado, diminui a necessidade de nova exploração de recursos naturais que seriam necessários para a produção de bens e produtos.

Fonte : Wikipédia

A reciclagem


A reciclagem é o termo genericamente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico.

As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração.

O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.

No Brasil existem os carroceiros ou catadores de papel, que vivem da venda de sucatas, papéis,alumínio e outros materiais recicláveis deixados no lixo. Eles também trabalham na colecta ou na classificação de materiais para a reciclagem. Como é um serviço penoso, pesado e sujo, não tem grande poder atrativo para as fatias mais qualificadas da população.

Assim, para muitas das pessoas que trabalham na reciclagem (em especial os que têm menos educação formal), a reciclagem é uma das únicas alternativas de ganhar o seu sustento.
O manuseio de resíduos deve ser feito de maneira cuidadosa, para evitar a exposição a agentes causadores de doenças.

No Brasil, a cidade que mais recicla seu resíduos é Curitiba: atualmente, 20% de todo os resíduos produzidos - cerca de 450 toneladas por dia - são reciclados na cidade.

Tipos de reciclagem :

Fonte : Wikipédia

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